5 dicas para montar a sua carteira de renda fixa

Yubber, hoje darei hoje 5 dicas para que você consiga montar uma carteira de renda fixa interessante.

O que eu quero dizer com interessante? Quero dizer que, seguindo as dicas, você conseguirá ter uma carteira diversificada, mitigando os riscos existentes, e conhecendo os custos presentes.

Se você está curioso, fique no artigo até o final!

1. Reserva de emergência

Primeiro de tudo é você montar sua reserva de emergência.

E por que isso é importante? Porque ela vai te “socorrer” em momentos inesperados, ou seja, de emergência, e vai evitar também que você retire o dinheiro dos investimentos.

Muitos investidores começam a investir e se esquecem de fazer esse passo básico; preferem investir direto. E sabe o que acontece? A pessoa, por não ter se preparado, tem de retirar os recursos alocados em algum investimento, às vezes até com prejuízo.

Portanto, não caia na bobagem de querer saltar os degraus: faça a sua reserva de emergência antes de qualquer outra coisa.

2. Liquidez

Liquidez é a velocidade e facilidade com a qual um ativo pode ser convertido em caixa.

Alguns investimentos não permitem serem resgatados antes, então, eles precisam estar muito alinhados com os seus objetivos.

Imagine que você está planejando fazer uma viagem daqui um ano, mas investiu em um produto de investimento com vencimento de cinco anos, e que só permite resgate no vencimento, ou seja, depois de cinco anos. Aí chega perto da data da viagem e você descobre esse inconveniente.

Portanto, cuidado! Olhe sempre a liquidez do título e veja se está bem alinhado com o que você quer. Dessa forma, você não terá prejuízo por falta de atenção.

3. Diversificação (produtos e emissores)

Outro ponto importantíssimo é a diversificação.

Nunca coloque todos os ovos na mesma cesta”

Frase típica do mercado financeiro; se ainda não ouviu, vai ouvir. Renda fixa é, sim, mais segura que renda variável, mas o risco não é 0, então você deve se atentar a isso.

Invista em diferentes produtos, com características diferentes. Essa estratégia, além de mitigar o risco, pode oferecer maiores rentabilidades.

4. Garantia FGC (Fundo Garantidor de Crédito)

O FGC (Fundo Garantidor de Crédito) é uma instituição privada que visa proteger os investidores de possíveis riscos de crédito (o famoso calote).

Ou seja, caso uma instituição que tenha lhe oferecido algum produto de investimento em renda fixa falir, o FGC tem a premissa de te reembolsar o valor.

Mas isso não vale para todos os investimentos, somente para:

  • CDB (Certificado de Depósito Bancário);
  • LCI (Letras de Crédito Imobiliário);
  • LCA (Letras de Crédito do Agronegócio);
  • LC (Letras de Câmbio);
  • LH (Letras Hipotecárias);
  • RDB (Recibos de Depósito Bancário);
  • Poupança.

Atualmente, o FGC cobre até R$ 250 mil por CPF e por instituição.

Não significa que você não deva investir em um produto que não tem essa cobertura. A ideia é somente te alertar. Caso se interesse por algum investimento que não tem a garantia do FGC, analise bem o emissor e veja se faz sentido para você.

5. Impostos

Atente-se aos impostos para não se estressar depois. A maioria dos produtos de renda fixa tem IR (Imposto de Renda), e caso haja o resgate até o 29º dia, tem também o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Quanto ao IR, a regra é em cima de uma tabela chamada regressiva. Quanto mais tempo o dinheiro ficar investido, menos você pagará.

Então é isso, Yubber. Seguindo essas dicas você já conseguirá montar uma carteira de forma mais consciente, equilibrada e segura

O que achou das dicas?


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