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Como funciona um follow-on de fundos imobiliários?

Follow-on (ou oferta subsequente) é quando o Fundo de Investimento Imobiliário faz emissão de novas cotas para aumentar o seu capital e, os cotistas, por sua vez, têm benefícios, e esses benefícios são chamados de direito de subscrição.

O direito de subscrição permite que o cotista compre essas cotas e, dessa forma, ele pode impedir que sua participação seja diluída quando o fundo aumentar seu capital, garantindo o mesmo percentual de participação que possui.

Além disso, é possível negociar um valor pela cota abaixo do que está sendo negociado na Bolsa de Valores.

Essa operação acaba sendo positiva tanto para os cotistas quanto para o gestor do fundo. Isso porque, para o cotista é bastante positivo que o fundo cresça e diversifique e, para o gestor, como a remuneração dele vem de um percentual do patrimônio, quanto maior, melhor.

Resumindo o que falamos até agora:

  • Follow-on é quando o fundo emite novas cotas;
  • As novas cotas são oferecidas para os cotistas do fundo;
  • Os cotistas podem comprar para manter a posição e, possivelmente, comprar por um preço mais barato do que está sendo negociado na bolsa de valores.

Como funciona o direito de subscrição?

O fundo vai divulgar um Prospecto Preliminar, que vai constar todas as informações sobre a oferta de novas cotas, como por exemplo:

  • Data de compra limite de novas cotas;
  • Percentual que o cotista terá direito à subscrição;
  • Preço das novas cotas;
  • Data que o cotista poderá negociar o direito com terceiros;
  • Data limite para exercer o direito à subscrição.

Quando acontece a oferta de subscrição, aparece um novo papel na carteira com o código igual ao do FII em questão, mas com o final 12.

Se o cotista desejar exercer o direito de subscrição, ele deve entrar em contato com a corretora e manifestar sua vontade de subscrever as cotas.

Mas, caso o cotista deseje não comprar as novas cotas, ele pode vender o seu direito de compra para outro investidor, ou seja, o direito de subscrição do cotista pode ser negociado na bolsa de valores dentro de seu período de validade.

Algumas vezes pode acontecer do cotista não exercer o direito, e também não vender para quem vá exercer, e aí são geradas as sobras de subscrição.

Quando isso ocorre, o FII oferta novamente o direito de subscrição aos cotistas atuais para tentar atingir o montante desejado de cotas subscritas, antes de irem ao mercado geral.

Se os cotistas atuais não absorverem todas as cotas que o fundo oferecer, ele vai fazer uma oferta pública, oferecendo ao mercado todo.

Recibo de subscrição

Eu disse que, quando acontece uma oferta de subscrição, aparece um papel na carteira do cotista com o código do FII, mas contendo ao final, o número 12.

O que acontece depois disso é que, se o cotista entrar em contato com a corretora e expressar o seu desejo de subscrição, ele vai receber uma coisa chamada Recibo de Subscrição.

Nesse caso, ele não vai receber as cotas do FII ainda, e sim o recibo. Esse recibo terá o mesmo código que o FII, mas agora com o final 13.

Depois de alguns dias, o recibo se tornará uma cota e, o final do código do FII, a partir desse momento, passará a ser 11, assim como todas as cotas são.

Esse é, portanto, todo o processo de um follow-on de fundos imobiliários.

E se você quer saber como funciona um follow-on de ações, nós temos um artigo que pode te ajudar. É só clicar aqui! 

E aí, Yubber, você já passou por um processo de follow-on de FIIs?

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