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O que é Cardano (ADA)?

Tida por muitos como uma criptomoeda de terceira geração, a plataforma Cardano promete inovações no mundo dos criptoativos.

A plataforma emite o seu próprio token, o ADA. Basicamente, o ADA pretende interagir com todas as outras criptomoedas, de forma a aproveitar as potencialidades de cada uma delas e criar a melhor rede de criptoativos. Tudo isso utilizando a tecnologia blockchain, a exemplo do bitcoin, ethereum e diversas outras criptomoedas.

Atualmente, o ADA é a quinta maior criptomoeda do mercado. No início de julho de 2021 (data da produção desse conteúdo), a sua capitalização de mercado era de R$ 207 bilhões.

Como funciona e para que serve o Cardano (ADA)?

Por meio do blockchain, o objetivo do projeto Cardano é executar aplicativos financeiros utilizados por pessoas físicas, empresas e governos no mundo inteiro. Nesse sentido, a plataforma viabiliza a transferência de moeda digital de forma rápida e direta, protegidas por criptografia.

A plataforma Cardano também foi pensada para aceitar diversas criptomoedas, de forma a facilitar as transações entre elas dentro do mesmo sistema. Os “contratos inteligentes”, inicialmente desenvolvidos pela plataforma Ethereum, também fazem parte da Cardano.

Criptomoeda de terceira geração

Na prática, o ADA reúne as funcionalidades do bitcoin e do ethereum, consideradas, respectivamente, criptomoedas de primeira e segunda geração.

No entanto, a plataforma Cardano é mais adaptável em relação a melhorias. Isso porque foi desenvolvida em diferentes camadas, que mantém separadas as funções de leitura dos smart contracts e de negociações da criptomoeda ADA.

Essa arquitetura faz com que a plataforma seja mais maleável, pois oferece flexibilidade para modificações quando surgirem problemas ou novas necessidades por parte dos usuários. Nesse sentido, quando houver necessidade de mudanças ou atualizações, essas poderão ser feitas sem que atrapalhem os usuários da rede.

Como vimos, o Cardano tem como objetivo integrar pagamentos, leitura e execução de contratos inteligentes. Junto disso, a rede também oferece o ADA, a criptomoeda da plataforma, que permite transacionar valores de forma ágil, segura e transparente.

Outro ponto importante que a Cardano busca solucionar é a acessibilidade financeira, disponibilizando serviços financeiros a usuários sem acesso a bancos. Nesse ponto, o ADA acaba sendo mais voltado a bancos, por causa de sua tecnologia que oferece segurança e formalidade às transações. Porém, as pessoas físicas e empresas também podem utilizar os serviços da rede entre si.

A plataforma Cardano busca resolver alguns problemas que o bitcoin e outras altcoins apresentam, principalmente em relação à escalabilidade, interoperabilidade e sustentabilidade.

A escalabilidade se refere à dificuldade de manter a rede operando de forma rápida e eficiente, principalmente em fase de crescimento. Ou seja, mais pessoas utilizando o sistema demanda mais capacidade para que as transações sejam velozes.

Já a interoperabilidade está relacionada a aceitar transações de plataformas de criptomoedas distintas. Normalmente, cada plataforma possui um protocolo específico que lhe permite operar somente dentro do seu sistema. O fato de agregar diferentes protocolos foi uma das grandes inovações trazidas pelo Cardano.

Por fim, a sustentabilidade diz respeito ao fato de a plataforma Cardano ser bastante adaptável a melhorias e novas necessidades. Nesse sentido, as duas camadas separadas do seu blockchain permite que novos protocolos sejam incorporados à rede sem que seja preciso criar um projeto do início.

O ADA não visa substituir as outras altcoins, mas sim proporcionar condições para que funcionem de forma integrada e fácil para o usuário. Por todas essas razões, é considerado uma criptomoeda de terceira geração.

Surgimento do Cardano (ADA)

O projeto Cardano começou a ser desenvolvido em 2015 por Charles Hoskinson, que também participou da criação do Ethereum. Durante dois anos a plataforma foi financiada, tendo o lançamento do ADA ocorrido somente no final de 2017.

Pelo fato de 90% de seus investidores estarem localizados no Japão e em outros países asiáticos, o Cardano também é chamado de “Ethereum Japonês”. Originalmente, a criptomoeda era conhecida por IOHK, iniciais da empresa que a lançou - Input Output Hong Kong. Hoskinson, que liderava a IOHK, também desenvolveu a parte de criptografia da plataforma Cardano. Além da IOHK, vários cientistas e acadêmicos também apoiaram o projeto em vários lugares do mundo.

O fato de ter sido o primeiro projeto de criptomoeda baseado em ciência, ou seja, desenvolvido por cientistas, é mais um dos diferenciais do ADA. Nesse sentido, a plataforma Cardano está em constante desenvolvimento, pois a comunidade científica mundial contribui constantemente para a sua evolução.

Mineração de Cardano

Essa é outra diferença entre o ADA e outras criptomoedas, como o bitcoin, por exemplo. Na plataforma Cardano não existe mineração, pois não é possível extrair as unidades do token. Para obter o ADA, é preciso comprar uma participação, e, a partir disso, recebe-se uma recompensa conforme as transações vão sendo validadas.

Essa característica do ADA também tem a ver com a sua sustentabilidade, pois permite economizar energia e gastos com programas de computadores.

Principais vantagens do ADA

Além da descentralização, característica comum a outras criptomoedas, podemos destacar ainda outras vantagens do Cardano:

Alta capacidade de adaptação

Em função da segmentação de sua blockchain, a plataforma Cardano possibilita alterações ou inclusões de novas funcionalidades sem que seja preciso um hard fork. Isso significa que todas as alterações realizadas nos protocolos serão compatíveis com as versões anteriores, sem prejuízos para os usuários da rede.

Velocidade das transações

Como vimos, a velocidade tem a ver com a escalabilidade das transações com criptomoedas. Nesse sentido, a plataforma Cardano declara oficialmente uma capacidade de processamento de 50 a 250 transações por segundo. Porém, pela adaptabilidade da plataforma, com a adição de novas funcionalidades, esse número pode chegar a 5 mil transações por segundo, de acordo com o criador Charles Hoskinson.

Inclusão financeira

Por fim, um dos objetivos da plataforma é tornar mais acessíveis os serviços financeiros. Dessa forma, o Cardano oferece funcionalidades como formas de pagamentos e outras transações financeiras que eliminam a utilização de bancos. Esses serviços são oferecidos pela plataforma por meio de aplicativos descentralizados, sem qualquer dependência entre si.

O que é uma criptomoeda?

Uma criptomoeda é um ativo digital descentralizado, ou seja, que não depende de bancos para que suas transações sejam confirmadas. Dessa forma, elas permitem que qualquer usuário envie e receba pagamentos a qualquer tempo e em qualquer lugar.

Como o próprio nome indica, esses ativos são produzidos e comercializados utilizando criptografia, o que garante o anonimato dos usuários e a segurança das transações.

As criptomoedas são criadas com base na tecnologia blockchain, na qual as transações são realizadas em blocos. Esse sistema é complexo e sofisticado, e consiste, basicamente, em blocos que permitem o envio e o registro de transações realizadas pela internet.

Tudo o que é feito via blockchain pode ser verificado posteriormente, daí a analogia que se faz desses registros a uma espécie de “livro-caixa”. Mas ao contrário dos bancos de dados tradicionais, os registros do blockchain não ficam em um único local. Justamente por causa da característica descentralizada das criptomoedas, a tecnologia blockchain distribui esses registros na rede mundial de computadores.

Outro aspecto que confere segurança a essas transações é o fato de os registros do blockchain não poderem ser modificados. Isso significa que, uma vez inseridos na rede, nem mesmo as partes envolvidas na transação conseguem alterá-los.

Como investir em criptomoedas?

É possível investir em criptomoedas negociando direto com outros investidores (negociação peer to peer). No entanto, esse tipo de transação não dá nenhuma segurança aos envolvidos, pois além de não ser possível identificar a origem dos recursos, não dá para ter certeza de que a negociação se concretizará, ainda mais quando o depósito precisa ser feito de forma antecipada.

Por isso, para investir em criptomoedas, o ideal é abrir conta em uma exchange. As exchanges são corretoras especializadas em criptoativos, que funcionam como uma plataforma digital de intermediação na compra e venda de criptomoedas e tokens. A exemplo das corretoras tradicionais, as exchanges oferecem aos usuários a estrutura ideal para que essas transações possam ser feitas de forma mais fácil e segura.

As exchanges trabalham de diferentes formas, logo nem todas oferecem os mesmos serviços. Nesse sentido, a sua atuação pode abranger a venda direta, o trade, o armazenamento ou os empréstimos em criptomoedas, por exemplo. Por isso, dependendo dos objetivos do investidor, uma ou outra exchange pode ser a mais adequada para operar.

Quanto custa investir?

O valor do investimento em criptomoeda não dependerá do preço da moeda em si, mas da fração que a exchange comercializar.

Por exemplo, na data de hoje (julho de 2021), um bitcoin vale, aproximadamente, R$ 180 mil. No entanto, para investir nessa criptomoeda, não é preciso adquirir uma unidade inteira. O valor mínimo de transações é determinado pela própria exchange que realizará a transação, e isso vale não só para o bitcoin, mas também para qualquer outro criptoativo.

Qual a tributação desse investimento?

As regras tributárias sobre criptoativos ainda são muito recentes no Brasil. Somente em 2021 é que foram criados códigos específicos para declarar criptomoedas e tokens no Imposto de Renda.

Se o investidor possui mais de R$ 5 mil em criptoativos, precisa informar isso na ficha de “Bens e Direitos” do IR. Além disso, se foram realizadas movimentações superiores a R$ 35 mil por mês, eventuais lucros dessas transações estão sujeitos ao imposto sobre ganho de capital, que deve ser pago no mês seguinte ao da venda. A alíquota é de 15% para ganho mensal de até R$ 5 milhões, e aumenta gradativamente conforme o lucro, até o limite de 22,5%.

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