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Preço
R$ 321.837,00
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Valor de mercado
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Volume
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O que é Bitcoin?

Bitcoin é a mais antiga e conhecida das criptomoedas. Ela é uma moeda virtual que circula no mundo inteiro, e a sua emissão é totalmente descentralizada.

Isso significa que não há nenhuma autoridade monetária responsável pela sua emissão ou circulação, como é o caso dos bancos centrais, que regulam as moedas fiduciárias. Essa é a grande diferença entre as criptomoedas e as moedas tradicionais que circulam na economia, como o real ou o dólar, por exemplo.

Como não existe uma entidade regulatória responsável pelo bitcoin, todos os registros de suas transações são mantidos por uma rede de computadores espalhados pela internet no mundo todo. Essa rede é mantida por meio da tecnologia blockchain, que mantém esses computadores interligados e os remunera para que a conexão seja alimentada. Adiante, veremos com mais detalhes como funciona o blockchain.

O surgimento do bitcoin

O bitcoin foi lançado no mercado em 2009. Porém, para entendermos os motivos do seu surgimento, precisamos retroceder alguns anos, até o final da década de 1980.

Entre o fim dos anos 80 e o início dos 90, surgia uma nova visão da sociedade, totalmente fora do convencional: o movimento cyberpunk. Esse movimento defendia novas formas de expressão, com foco em um menor custo de vida e alta tecnologia.

A expressão cyberpunk foi usada pela primeira vez pelo escritor norte-americano Bruce Bethke, em 1983. No entanto, foi William Gibson que se destacou no tema, ao publicar o romance de ficção científica Neuromancer, em 1984.

Já naquela época, os seguidores do movimento lutavam pelo direito à autonomia sobre os seus dados, e discutiam políticas de privacidade e segurança em relação a eles. Além disso, defendiam a informação livre para todos, com o uso de tecnologias do ciberespaço.

A facilidade para aprender por conta própria, o gosto por ficção científica, jogos em rede e músicas eletrônicas e a utilização de sistemas operacionais de código aberto são algumas das características dos adeptos ao movimento. Com o passar do tempo, essas ideias alcançaram o sistema financeiro e, dessa forma, foram criadas redes descentralizadas e protegidas por criptografias, que garantem a preservação dos dados dos usuários. Ou seja, o atual ambiente das criptomoedas.

Logo após a crise do subprime, em 2008, o mundo experimentou uma grande desconfiança em relação ao sistema financeiro tradicional. Foi nesse contexto que, em 2009, surgiu o bitcoin.

Não se pode afirmar que a sua criação tenha ocorrido em resposta à deterioração do sistema financeiro ocorrida na ocasião. Até porque há indícios de que a ideia já vinha sendo desenvolvida e aprimorada antes disso. No entanto, o seu surgimento marca o início de uma nova era no mercado financeiro mundial.

Atribui-se a criação do bitcoin a Satoshi Nakamoto. Na verdade, não se sabe se, de fato, Satoshi é um programador, um grupo de programadores, ou apenas um pseudônimo de quem está por trás da criptomoeda.

Vantagens do bitcoin

Como todo investimento, o bitcoin também possui vantagens e riscos, para os quais se deve estar muito atento ao pensar em adquirir esse ativo. Primeiramente, veremos algumas das principais vantagens da moeda virtual.

Descentralização

Como vimos, essa é uma das principais vantagens das criptomoedas. Não há intermediários financeiros nas suas negociações, nem órgãos reguladores que determinem regras para a circulação do bitcoin. Todas as transações são realizadas diretamente pelas partes, e ficam registradas na rede mundial por meio da tecnologia blockchain, que veremos na sequência.

Moeda universal

Diferentemente das moedas fiduciárias (moedas tradicionais, como o real ou dólar), o bitcoin não possui um lastro, e nem é restrita a um local específico. Dessa forma, o ativo pode ser negociado em qualquer lugar do mundo.

Descorrelação com o mercado

Como as criptomoedas não são vinculadas à economia tradicional, elas não sofrem o efeito da desvalorização causada pela inflação ou por outros fatores que mexem com a economia. Dessa forma, costumam ser bastante utilizadas por alguns investidores em períodos de instabilidade do mercado.

Riscos do bitcoin

Vejamos agora alguns dos principais riscos da criptomoeda.

Alta volatilidade

Quando se pensa nos riscos das criptomoedas, talvez a volatilidade seja o primeiro que vem em mente. Por serem ainda novas e totalmente descorrelacionadas de outros ativos, as cotações das moedas virtuais variam de forma muito veloz. Isso acaba trazendo risco na sua utilização para reserva de valor, mesmo que seja no curto prazo.

Aceitação restrita

Apesar de movimentarem volumes expressivos, são poucas as transações comerciais que podem ser efetivadas em bitcoin. Inclusive muitos países ainda proíbem a sua circulação.

Tempo de confirmação das transações

Diferentemente do que ocorre com os meios de pagamentos tradicionais, o tempo de confirmação das transações de bitcoins pode chegar a alguns minutos. Isso acaba dificultando e inviabilizando algumas operações.

Possibilidade de ataque de hackers

Apesar da tecnologia segura, o bitcoin é suscetível ao ataque de hackers. E, no caso das criptomoedas, essas invasões são ainda mais danosas.

No caso de um ataque a uma conta bancária ou de uma fraude no cartão de crédito, o cliente terá o ressarcimento por parte do banco ou da operadora do cartão. No entanto, se um hacker roubar uma carteira de bitcoins, não haverá nenhuma autoridade financeira a quem se possa recorrer, pois, como vimos, esses ativos não são regulamentados.

Por isso, há formas de guardar bitcoin fora das exchanges. Veremos como isso funciona mais adiante.

Tecnologia Blockchain

O blockchain nada mais é do que um  dados. Da mesma maneira que um computador, o blockchain armazena as diversas informações dos usuários da rede. Essas informações são conectadas sequencialmente, como blocos, daí o nome da tecnologia.

Uma analogia que se pode fazer ao blockchain é com um livro contábil. Isso porque essa tecnologia recebe e armazena todos os registros das transações de criptomoedas que foram realizadas por qualquer pessoa no mundo. Além disso, esses registros ficam disponíveis para auditoria, ou seja, qualquer um pode ter acesso a eles. Uma das diferenças é que esse “livro contábil” não fica guardado em um único lugar, pois ele não tem um só dono, e todos os seus registros estão distribuídos na rede mundial de computadores.

Outro aspecto importante é que, diferentemente de um banco de dados tradicional, os dados do blockchain não podem ser modificados. Uma vez inseridos na rede, nem mesmo as partes envolvidas na transação conseguem fazer qualquer alteração. Por isso, a tecnologia é considerada bastante segura.

Assim como o ouro e a prata, os bitcoins são recursos limitados e não renováveis. Existem 21 milhões de unidades, e imagina-se que todo esse volume seja encontrado até o ano de 2140. É por meio da mineração que se encontra bitcoin na rede, conforme veremos a seguir.

Como guardar bitcoins?

Como vimos, um dos riscos das criptomoedas é a invasão de hackers nos sistemas das exchanges. Por isso, dependendo do volume do investimento, é aconselhável utilizar as wallets, ou seja, as carteiras de criptomoedas.

Nesse sentido, você pode utilizar as hot wallets e as cold wallets. As hot wallets são mais práticas, pois estão sempre ligadas à internet e permitem que se façam transações online com as criptomoedas. Porém acabam não sendo tão seguras, pois armazenam as chaves particulares na internet.

Por sua vez, as cold wallets não são conectadas à Web. Dessa forma, são mais seguras do que as hot wallets.

Conheça agora alguns dos tipos de cold wallets mais utilizados:

Paper wallet

As paper wallets são impressas em papel, e são semelhantes a um cheque com QR code. Trata-se da opção mais simples e barata disponível entre as cold wallets.

No entanto, uma de suas desvantagens é a possibilidade de o papel ser perdido, extraviado ou mesmo deteriorado com o tempo. Se isso acontecer, o investidor perderá todos os dados das criptomoedas, pois não existe nenhum sistema de backup.

Desktop wallet

As desktop wallets podem ser utilizadas tanto como hot wallet quanto como cold wallet. A forma dependerá se o computador do usuário está ou não ligado à internet.

Nesse caso, é possível manter a desktop wallet no computador utilizado para a negociação das criptomoedas. Quando ele não estiver conectado à internet, a proteção será maior do que a das hot wallets. Porém, quando estiver online, esse tipo de carteira passa a ser vulnerável.

Para atenuar os riscos dessa carteira, pode-se utilizar algum software de proteção. Atualmente existem bons programas de segurança para as wallets no mercado.

Hardware wallet

Como o nome diz, essas carteiras estão no hardware da máquina. Isso significa que não há conexão com a internet e, por isso,são consideradas as opções mais seguras do mercado para proteger a carteira de criptomoedas.

As hardware wallets também utilizam chaves privadas para as transferências. É possível também fazer o backup para recuperar arquivos perdidos ou danificados. Por causa da proteção por senha, essas carteiras têm menos chances de sofrer a invasão de hackers.

No entanto, uma das desvantagens dessa carteira acaba sendo o preço, bem mais caro do que as outras opções disponíveis. Além disso, não são todas as criptomoedas que ela tem capacidade de armazenar.

USB Wallet

Existe ainda o USB wallet, o dispositivo mais fácil de ser acessado e utilizado. Isso porque qualquer pessoa que o tenha pode acessar as criptomoedas ao exportar e salvar as chaves privadas. Por isso, é necessário muito cuidado para que o USB wallet não seja perdido ou danificado por fatores como umidade ou proximidade de ímãs, por exemplo.

O que é uma criptomoeda?

Uma criptomoeda é um ativo digital descentralizado, ou seja, que não depende de bancos para que suas transações sejam confirmadas. Dessa forma, elas permitem que qualquer usuário envie e receba pagamentos a qualquer tempo e em qualquer lugar.

Como o próprio nome indica, esses ativos são produzidos e comercializados utilizando criptografia, o que garante o anonimato dos usuários e a segurança das transações.

As criptomoedas são criadas com base na tecnologia blockchain, na qual as transações são realizadas em blocos. Esse sistema é complexo e sofisticado, e consiste, basicamente, em blocos que permitem o envio e o registro de transações realizadas pela internet.

Tudo o que é feito via blockchain pode ser verificado posteriormente, daí a analogia que se faz desses registros a uma espécie de “livro-caixa”. Mas ao contrário dos bancos de dados tradicionais, os registros do blockchain não ficam em um único local. Justamente por causa da característica descentralizada das criptomoedas, a tecnologia blockchain distribui esses registros na rede mundial de computadores.

Outro aspecto que confere segurança a essas transações é o fato de os registros do blockchain não poderem ser modificados. Isso significa que, uma vez inseridos na rede, nem mesmo as partes envolvidas na transação conseguem alterá-los.

Como investir em criptomoedas?

É possível investir em criptomoedas negociando direto com outros investidores (negociação peer to peer). No entanto, esse tipo de transação não dá nenhuma segurança aos envolvidos, pois além de não ser possível identificar a origem dos recursos, não dá para ter certeza de que a negociação se concretizará, ainda mais quando o depósito precisa ser feito de forma antecipada.

Por isso, para investir em criptomoedas, o ideal é abrir conta em uma exchange. As exchanges são corretoras especializadas em criptoativos, que funcionam como uma plataforma digital de intermediação na compra e venda de criptomoedas e tokens. A exemplo das corretoras tradicionais, as exchanges oferecem aos usuários a estrutura ideal para que essas transações possam ser feitas de forma mais fácil e segura.

As exchanges trabalham de diferentes formas, logo nem todas oferecem os mesmos serviços. Nesse sentido, a sua atuação pode abranger a venda direta, o trade, o armazenamento ou os empréstimos em criptomoedas, por exemplo. Por isso, dependendo dos objetivos do investidor, uma ou outra exchange pode ser a mais adequada para operar.

Quanto custa investir?

O valor do investimento em criptomoeda não dependerá do preço da moeda em si, mas da fração que a exchange comercializar.

Por exemplo, na data de hoje (julho de 2021), um bitcoin vale, aproximadamente, R$ 180 mil. No entanto, para investir nessa criptomoeda, não é preciso adquirir uma unidade inteira. O valor mínimo de transações é determinado pela própria exchange que realizará a transação, e isso vale não só para o bitcoin, mas também para qualquer outro criptoativo.

Qual a tributação desse investimento?

As regras tributárias sobre criptoativos ainda são muito recentes no Brasil. Somente em 2021 é que foram criados códigos específicos para declarar criptomoedas e tokens no Imposto de Renda.

Se o investidor possui mais de R$ 5 mil em criptoativos, precisa informar isso na ficha de “Bens e Direitos” do IR. Além disso, se foram realizadas movimentações superiores a R$ 35 mil por mês, eventuais lucros dessas transações estão sujeitos ao imposto sobre ganho de capital, que deve ser pago no mês seguinte ao da venda. A alíquota é de 15% para ganho mensal de até R$ 5 milhões, e aumenta gradativamente conforme o lucro, até o limite de 22,5%.

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