5 dicas para escolher fundos imobiliários

Os fundos imobiliários (FIIs) são um tipo de investimento onde é possível comprar cotas de participação de um patrimônio imobiliário. Eles podem ser divididos entre fundos de tijolo, de papel ou ambos.

Os Fundos de Tijolo são aqueles que possuem patrimônios físicos - como apartamentos, prédios comerciais, shoppings, hospitais e galpões logísticos.

Já os Fundos de Papel investem em ativos do mercado imobiliário, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

Somando essas duas características, estão os fundos híbridos que possuem ambas categorias num mesmo patrimônio.

Uma das grandes vantagens de se investir num fundo de investimento é que o investidor terá o trabalho de um gestor especializado para trazer os melhores rendimentos para o grupo de cotistas.

Para isso, antes de mais nada,  é muito importante conhecer o histórico do fundo que você irá investir. Com essas informações é possível fazer decisões mais acertadas para sua carteira. Listamos aqui outras 5 dicas para você escolher melhor seu fundo imobiliário:

1. Leia o relatório do fundo

Todos os fundos imobiliários possuem um relatório do gestor do fundo. Geralmente, a periodicidade do documento é mensal e nele possuem todas as informações relativas ao fundo. Por isso, antes de comprar um ativo desses é importante conhecê-lo. 

Nesse informativo, é possível ter acesso a diversas características do fundo, como:

  • Patrimônio líquido (soma dos imóveis e caixa subtraído as taxas e despesas)
  • Preço da cota (na data da carta)
  • Valor patrimonial da cota (preço dividido pelo número de cotas)
  • Vacância (se existem móveis vazios no momento)
  • Carteira imobiliária (mostra dados sobre diversificação)
  • Cronograma de revisão de contratos firmados
  • Portfólio de imóveis (com todos endereços e descrições)

Com esses dados, é possível comparar diferentes fundos imobiliários e escolher qual é o ideal para sua carteira.

2. Escolha um fundo de acordo com seu perfil

Como adiantamos na dica anterior, é recomendável que o investidor faça escolhas que sejam congruentes com os seus objetivos. Além disso, não existe fórmula mágica no mundo financeiro.

Os fundos que prometem rentabilidades mais expressivas possuem maior risco e são recomendados somente para investidores que toleram essa variação. Por isso, o rendimento não é um fator definitivo para escolha de um fundo.

3. Prefira fundos diversificados

Assim como na carteira de investimentos como um todo, a diversificação é uma ótima característica nos FIIs. Um bom fundo imobiliário possui um portfólio diversificado de imóveis e locatários. 

Com sua participação em cotas, os fundos imobiliários permitem que o investidor monte sua carteira com vários imóveis, de diferentes setores econômicos e em localizações distintas.

4. Faça uma análise do patrimônio líquido

Um dos primeiros dados a serem disponibilizados é o patrimônio líquido total do fundo. Geralmente, quanto maior o valor, mais robusto e diversificado ele é.

Se tiver dúvida entre alguns fundos, faça uma comparação entre o total do patrimônio e o número de imóveis que ele possui.

5. Leia relatórios sobre o mercado imobiliário

Existem várias instituições que disponibilizam relatórios gratuitos sobre o mercado imobiliário. Além deles, as corretoras e outras empresas também disponibilizam esses serviços. 

Os investidores podem acessá-los para comparar quais são os fundos mais adequados para ele.

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