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O que é Internet Computer (ICP)?

Poucos dias depois do seu lançamento, em maio de 2021, o Internet Computer (ICP) chegou a figurar na oitava posição do ranking de criptoativos, com capitalização de mercado de quase US$ 50 bilhões.

O fato de ter sido listado em grandes exchanges do mercado, como Coinbase, Binance e Okex também contribuiu para que a visibilidade e valorização do token. Como acontece muitas vezes logo após o ICO (oferta inicial de criptomoedas), o preço do ICP caiu, porém, até a presente data (agosto de 2021), ele ainda está entre os 20 maiores criptoativos do mercado.

Alguns fatores explicam o otimismo do mercado cripto em relação à plataforma. O primeiro deles é a sua proposta disruptiva, que promete modificar não só as atuais blockchains, mas a internet como um todo. O segundo é o robusto amparo técnico e financeiro ao projeto, considerado por muitos o mais complexo que já surgiu até agora no mundo dos criptoativos, conforme veremos a seguir.

Como surgiu o Internet Computer?

Apesar de o token ICP ter sido lançado somente em maio de 2021, esse projeto não é tão novo assim. O desenvolvimento do Internet Computer foi iniciado em 2016 pela Dfinity Foudation, que reúne profissionais com grande expertise em tecnologia.

A Dfinity Foudation atua no segmento de criptografia desde 2016, e possui bases no Vale do Silício (EUA) e Zurique (Suíça). Seu fundador foi Dominic Willians, um design de jogos e entusiasta da tecnologia, que acabou se tornando um cientista de blockchain.

Ao todo, mais de 200 desenvolvedores atuam na Dfinity, nos EUA e Suíça. Esses profissionais também são bastante reconhecidos no meio acadêmico desses países.

Aqui entra o segundo fator do projeto responsável pelo ânimo do mercado em relação ao projeto. O financiamento do Internet Computer foi realizado com recursos de grandes empresas e fundos de hedge, como Andreessen Horowitz, Aspect Ventures e Polychain Capital. Juntos, os fundos participantes aportaram cerca de US$ 190 milhões no projeto em 2017.

Inclusive, a Andreessen Horowitz liderou a rodada de investimentos de US$ 25 milhões na Coinbase em 2013. Foi a partir desse grande investimento que a Coinbase recebeu novos aportes e se tornou a empresa de criptografia mais financiada do mundo.

Esse apoio substancial explica, em parte, o por que da valorização e confiança do mercado em relação ao projeto Internet Computer.

Como funciona o Internet Computer?

O que torna o projeto diferente dos demais é o fato de ele propor uma substituição completa da infraestrutura de internet que conhecemos atualmente.

Para conseguir isso, a rede utiliza um protocolo descentralizado, que se assemelha à nuvem da Web 3.0 – o Internet Protocol Computer (ou ICP). Esse protocolo utiliza computadores para validação combinados a centros de dados distribuídos em diversas partes do mundo. Toda essa rede tem o objetivo de hospedar uma nova versão da internet pública.

Mesmo que a proposta da maioria das criptomoedas seja operar de forma descentralizada, na prática isso acaba não ocorrendo totalmente. Isso porque, para que uma blockchain possa funcionar, ela precisa de conexão com a internet. Dessa forma, invariavelmente, acaba-se utilizando os serviços de gigantes como Google, Amazon, entre outros.

A inovação e ambição do projeto vem justamente do fato de ele não querer desbancar uma ou outra blockchain. Em vez disso, o ICP pretende ser a própria nova internet. E é possível criar diversas aplicações nesse novo protocolo blockchain, pois a velocidade da rede chega a ser quase mil vezes superior à versão Ethereum 1.0.

Um exemplo de aplicativo que já roda no ICP é o CanCan. Trata-se de um aplicativo de código aberto, que pode ser considerado o TikTok descentralizado do protocolo.

Aspectos técnicos

Para melhor entender o Internet Computer, é preciso fazermos referências a alguns termos e aspectos técnicos do projeto. Porém, não nos aprofundaremos em todos os detalhes, pelo fato de serem bastante complexos.

O primeiro deles refere-se ao código do ICP, licenciado sob a Licença Apache 2.0. Alguns componentes utilizam a licença de código-fonte da comunidade.

O segundo diz respeito à linguagem, chamada Mokoto. Essa linguagem é totalmente nova, e foi desenvolvida pela Fundação Dfinity. Porém, o ICP também oferece suporte às linguagens C e RUST.

Outra peculiaridade do ICP é que ele utiliza caixas (chamadas canisters) no lugar dos smart contracts para a execução de ações automáticas. Nesse sentido, a rede possui quatro camadas, o que garante altíssima escalabilidade a esses canisters.

Outro aspecto importante a conhecer é o poder de unificação da plataforma. Se combinados todos os nós do blockchain, a plataforma unificada gerada pelo ICP pode hospedar qualquer aplicativo, independentemente da escala. Isso significa que os usuários da rede conseguem interagir com as caixas (ou canisters) sem que seja possível perceber a diferença com a internet fechada.

Vale a pena investir no ICP?

Um dos principais desafios do projeto é justamente a sua proposta de criar uma internet descentralizada. Além disso ser extremamente complexo, trata-se de uma mudança de paradigma, pois até então esse ambiente tem sido controlado por gigantes da tecnologia.

Outro ponto importante é a concorrência de projetos que há no ambiente de criptografia. Os códigos dos projetos precisam ser abertos para que sejam confiáveis. Isso permite que todos (até mesmo os concorrentes) possam consultá-los, para ver o que foi desenvolvido e implementar melhorias quando for o caso.

Por fim, outra crítica que existe é sobre a descentralização do projeto. Nesse sentido, questiona-se se o Internet Computer poderá mesmo se manter descentralizado uma vez que o financiamento do projeto vem de grandes fundos e empresas do mercado de TI. Uma vez que a maioria dos tokens estão nas mãos desses investidores, não se tem certeza se de fato a descentralização funcionará, ou se o poder da internet apenas mudará de mãos.

Apesar dos pontos controversos acima, não dá para desconsiderar o qualificado apoio científico ao projeto. Ainda há muito por fazer e, ao que tudo indica, o ICP contará com um grande suporte para os próximos tempos.

O que é uma criptomoeda?

Uma criptomoeda é um ativo digital descentralizado, ou seja, que não depende de bancos para que suas transações sejam confirmadas. Dessa forma, elas permitem que qualquer usuário envie e receba pagamentos a qualquer tempo e em qualquer lugar.

Como o próprio nome indica, esses ativos são produzidos e comercializados utilizando criptografia, o que garante o anonimato dos usuários e a segurança das transações.

As criptomoedas são criadas com base na tecnologia blockchain, na qual as transações são realizadas em blocos. Esse sistema é complexo e sofisticado, e consiste, basicamente, em blocos que permitem o envio e o registro de transações realizadas pela internet.

Tudo o que é feito via blockchain pode ser verificado posteriormente, daí a analogia que se faz desses registros a uma espécie de “livro-caixa”. Mas ao contrário dos bancos de dados tradicionais, os registros do blockchain não ficam em um único local. Justamente por causa da característica descentralizada das criptomoedas, a tecnologia blockchain distribui esses registros na rede mundial de computadores.

Outro aspecto que confere segurança a essas transações é o fato de os registros do blockchain não poderem ser modificados. Isso significa que, uma vez inseridos na rede, nem mesmo as partes envolvidas na transação conseguem alterá-los.

Como investir em criptomoedas?

É possível investir em criptomoedas negociando direto com outros investidores (negociação peer to peer). No entanto, esse tipo de transação não dá nenhuma segurança aos envolvidos, pois além de não ser possível identificar a origem dos recursos, não dá para ter certeza de que a negociação se concretizará, ainda mais quando o depósito precisa ser feito de forma antecipada.

Por isso, para investir em criptomoedas, o ideal é abrir conta em uma exchange. As exchanges são corretoras especializadas em criptoativos, que funcionam como uma plataforma digital de intermediação na compra e venda de criptomoedas e tokens. A exemplo das corretoras tradicionais, as exchanges oferecem aos usuários a estrutura ideal para que essas transações possam ser feitas de forma mais fácil e segura.

As exchanges trabalham de diferentes formas, logo nem todas oferecem os mesmos serviços. Nesse sentido, a sua atuação pode abranger a venda direta, o trade, o armazenamento ou os empréstimos em criptomoedas, por exemplo. Por isso, dependendo dos objetivos do investidor, uma ou outra exchange pode ser a mais adequada para operar.

Quanto custa investir?

O valor do investimento em criptomoeda não dependerá do preço da moeda em si, mas da fração que a exchange comercializar.

Por exemplo, na data de hoje (julho de 2021), um bitcoin vale, aproximadamente, R$ 180 mil. No entanto, para investir nessa criptomoeda, não é preciso adquirir uma unidade inteira. O valor mínimo de transações é determinado pela própria exchange que realizará a transação, e isso vale não só para o bitcoin, mas também para qualquer outro criptoativo.

Qual a tributação desse investimento?

As regras tributárias sobre criptoativos ainda são muito recentes no Brasil. Somente em 2021 é que foram criados códigos específicos para declarar criptomoedas e tokens no Imposto de Renda.

Se o investidor possui mais de R$ 5 mil em criptoativos, precisa informar isso na ficha de “Bens e Direitos” do IR. Além disso, se foram realizadas movimentações superiores a R$ 35 mil por mês, eventuais lucros dessas transações estão sujeitos ao imposto sobre ganho de capital, que deve ser pago no mês seguinte ao da venda. A alíquota é de 15% para ganho mensal de até R$ 5 milhões, e aumenta gradativamente conforme o lucro, até o limite de 22,5%.

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