Fundo de emergência: 3 investimentos para a sua reserva

Se você está começando a investir, a primeira coisa que deve fazer é montar o seu fundo de emergência. Como o próprio nome diz, são esses recursos que lhe darão segurança para enfrentar imprevistos financeiros com mais tranquilidade, sem precisar tomar dinheiro emprestado.

Neste artigo, saiba mais sobre o fundo de emergência, e descubra três boas alternativas de investimentos para montar a sua reserva. Confira!

Em primeiro lugar, qual deve ser o valor do fundo de emergência?

Não há uma resposta única para essa pergunta. Isso porque o valor do fundo de emergência dependerá de vários fatores, como quantidade de compromissos financeiros, dependentes, entre outros.

O que você deve ter em mente é que o fundo de emergência deve ser suficiente para cobrir as suas despesas mensais. De forma geral, profissionais recomendam que essas reservas representem entre 6 e 12 meses do salário.

E quais os melhores investimentos para essa reserva?

Não esqueça de que o fundo de emergência precisará dar suporte imediato caso aconteça algum imprevisto. Por isso, ele deve ter liquidez imediata, ou seja, você precisa conseguir sacar os recursos no exato momento em que precisar deles.

Dito isso, vejamos agora três boas alternativas de investimentos para o fundo de emergência:

CDB com liquidez diária

Possivelmente, o CDB seja a aplicação mais conhecida quando se fala em reserva de emergência. Trata-se de um investimento muito simples, que consiste basicamente em “emprestar” dinheiro para uma instituição financeira em troca de uma remuneração.

Esse investimento possui a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante a cobertura de até R$ 250 mil para o investidor no caso de quebra da instituição financeira.

Os CDBs podem ser prefixados, pós-fixados ou híbridos (mistura entre taxas prefixadas e pós fixadas). Neste artigo, saiba em que momento você deve escolher um investimento prefixado ou pós-fixado.

Tesouro Selic

Entre os títulos públicos, o Tesouro Selic é a modalidade mais indicada para formar o fundo de emergência. Assim como o CDB, esse investimento é simples e democrático, pois está ao acesso de todos. Basta ter uma conta em uma instituição financeira e valor inicial em torno de R$ 50 para começar a investir.

O Tesouro Selic não possui a proteção do FGC. No entanto, esses títulos são garantidos pelo Governo Federal o que também lhes confere alto grau de segurança.

Fundos DI (ou Fundo de Renda Fixa Referenciado DI)

Assim como as modalidades anteriores, os fundos DI também possuem liquidez diária e baixo risco. Esse investimento é formado por títulos públicos e privados atrelados ao CDI e à Taxa Selic. Dessa forma, você só saberá o rendimento no prazo final da aplicação ou no momento que fizer o resgate antecipado.

Diferentemente do CDB e dos títulos do tesouro, os fundos DI não têm a proteção do FGC. Além disso, possuem taxa de administração e o “come-cotas” do imposto de renda, que ocorre duas vezes por ano, nos meses de maio e novembro.

É importante você entender e ficar atento a esse tipo de tributação. Saiba mais sobre o come-cotas neste artigo.

Dica final

Por fim, uma dica muito importante para você formar o seu fundo de emergência: utilize nosso buscador de investimentos, e compare gratuitamente os melhores investimentos disponíveis no mercado!

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