Vale a pena investir em renda fixa?

Muitas pessoas fizeram essa pergunta nos últimos anos. Isso porque a taxa básica de juros sofreu uma forte queda nos últimos 5 anos, o que diminuiu drasticamente os rendimentos dos investimentos em renda fixa. Atualmente, a Selic está no seu mais baixo valor histórico: apenas 2% ao ano.

No dia 30 de novembro de 2016, a nossa taxa básica de juros valia 14% ao ano e esse número foi caindo até a data de agosto de 2020 com a mínima de 2%. A primeira grande consequência desse contexto é a saída de investidores de aplicações em renda fixa para o mercado variável, em busca de mais rentabilidade.

Nesse mesmo período, a bolsa de valores brasileira aumentou vertiginosamente o número de investidores. Em 2016, o número de CPFs que faziam operações na B3 era de 500 mil pessoas. No ano passado, em 2020, o crescimento desse grupo foi histórico: mais de 3 milhões de investidores.

Essa debandada não significa que os investimentos em renda fixa acabaram. Eles ainda existem e representam as categorias de ativos mais seguros e estáveis.

Como encontrar bons investimentos em renda fixa?

É fundamental pesquisar antes de fazer qualquer investimento no mercado financeiro. Nesse sentido, o Yubbé uma plataforma 100% gratuita que auxilia os investidores a encontrarem os melhores títulos de investimento de acordo com o perfil de cada um.

Numa pesquisa rápida, é possível encontrar títulos em renda fixa com rendimentos superiores às taxas de inflação. Em alguns casos, os ganhos são garantidamente maiores que isso, pois são indexados a juros fixos somados aos índices inflacionários.

Ou seja, com isso, o investidor garante seu poder de compra e também um ganho percentual. Mas nem só de rendimentos vivem os investimentos…

Por isso, o investidor deve analisar também os riscos que as operações possuem. Isso porque, mesmo entre os ativos em renda fixa, existem papéis que podem ser considerados mais arrojados se comparados a outros.

Os títulos do Tesouro Direto, por exemplo, são considerados os papéis mais conservadores que existem. Esse tipo de investimento é emitido pela instituição econômica mais segura do país - o Tesouro Nacional, que é considerada a última instância a “quebrar” em uma eventual crise econômica.

Num outro sentido, mais ousado, as debêntures são um tipo de investimento em renda fixa que possuem um certo risco, pois são emitidas por empresas privadas. Em contrapartida, pagam juros bem mais atrativos aos investidores do que o Tesouro Direto.

Além desses dois tipos, existem também os títulos que possuem a segurança do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). 

Essa iniciativa protege os investidores de possíveis problemas financeiros das instituições financeiras que emitem os seguintes títulos: Letras de câmbio (LC), Letras hipotecárias (LH), Letras de crédito imobiliário (LCI), Letras de crédito do agronegócio (LCA), Recibo de Depósito Bancário (RDB), CDB (Certificado de Depósito Bancário).

Esse fundo garante um aporte de até R$ 250 mil por instituição financeira que enfrenta esse tipo de situação. O benefício pode chegar a até R$ 1 milhão por CPF (caso seja mais de uma empresa emissora) a cada quatro anos. Esse mecanismo confere mais segurança ao investimento e, consequentemente, menor risco ao investidor.


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