Quais são os investimentos mais seguros do Brasil?

Segurança é um dos fundamentos mais procurados pelos investidores na hora de escolher seus ativos. De fato, quando o assunto é dinheiro, é muito importante saber o quão confiável é a instituição que vai ficar com nossos recursos.

Por isso, existem várias formas de saber se um investimento é seguro ou não. A mais básica delas é procurar por instituições que estejam vinculadas e autorizadas a trabalhar pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Essa instituição é um órgão público responsável por regulamentar todo o mercado financeiro. Ou seja, é fundamental que a instituição que você vai aplicar seu dinheiro esteja devidamente registrada neste órgão. Clique aqui para fazer essa pesquisa.

Nesse mesmo link, é possível também pesquisar corretores autorizados a fazer recomendações de investimento.

Essa prática só pode ser feita por profissionais que estão devidamente registrados no órgão. Portanto, não aceite dicas de pessoas que não estão autorizadas pela CVM.

Essas dicas são super importantes para que você invista seu dinheiro em um local seguro ou com a ajuda de profissionais autorizados para operar. 

Isso pode evitar que você entre em esquemas financeiros que violam leis e trazem vários prejuízos.

Quais são os tipos de investimento mais seguros?

Existem duas grandes modalidades de investimento: renda fixa e renda variável. Como o próprio nome diz, os ativos mais seguros são sempre aqueles que estão atrelados à renda fixa. Pois seus valores não sofrem tantas oscilações, quanto a modalidade variável.

Dentre eles existem dois grandes grupos de ativos que são considerados de baixíssimo risco: os investimentos do Tesouro Direto e aqueles que possuem a garantia do FGC - mais abaixo, nós vamos explicar melhor o que são esses dois fundamentos.

Por conta disso, os dez investimentos considerados mais seguros do Brasil são:

  • Tesouro Selic
  • Tesouro Prefixado
  • Tesouro IPCA+
  • Certidão de Depósito Bancário (CDB)
  • Letra de Crédito do Agronegócio (LCA)
  • Letra de Crédito Imobiliário (LCI)
  • Letra de Câmbio (LC)
  • Recibo de Depósito Bancário (RDB)
  • Letra Imobiliária (LI)
  • Letra Hipotecária (LH)

O que é o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional criado em 2002 para estimular a venda de títulos públicos por pessoas físicas e promover educação financeira para a população.

É como se o investidor estivesse emprestando dinheiro ao Governo Federal e sendo remunerado por meio de juros, de acordo com o tempo e tipo da aplicação.

É considerado o tipo de investimento mais seguro do país, pois é emitido pela instituição economicamente mais estável. Se por acaso acontecer uma grave crise financeira no país, o governo será o último a ter problemas - depois até mesmo dos bancos.

Dentre suas modalidades de investimento possuem três categorias que vão variar de acordo com o rendimento que pode ser prefixado, atrelado à Selic ou híbrido (prefixado + inflação).

O que é o FGC?

O outro parâmetro de segurança é o Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Essa iniciativa foi criada por uma associação de instituições financeiras a fim de proteger os investidores e, com isso, promover mais segurança para os investimentos em geral.

Esse mecanismo assegura ao investidor um valor de até R$ 250 mil por instituição financeira - o benefício pode chegar até R$ 1 milhão - caso a emissora passe por problemas de solvência.

Na prática, se um banco quebrar e você possuir algum título emitido nele, o FGC garante o valor investido em até R$ 250 mil por instituição com problema. Caso isso aconteça com mais de uma instituição, o fundo pode cobrir o valor máximo em até quatro bancos - totalizando R$ 1 milhão.

Por conta disso, os investimentos que contam com essa garantia são considerados super seguros pelo mercado financeiro. Isso porque nossa economia está estável e a saúde financeira das instituições bancárias estão sólidas e controladas.


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