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O que é Solana (SOL)?

A Solana é uma plataforma blockchain com foco nos smart contracts (contratos inteligentes), porém de forma mais rápida e barata do que a pioneira Ethereum. Por isso, muitos a consideram uma evolução dessa plataforma.

O aumento do volume de transações na rede Ethereum fez com que a velocidade de confirmação caísse, ao mesmo tempo que aumentaram os custos dessas transações. A Solana surgiu justamente para oferecer uma alternativa aos gargalos nas transações da plataforma Ethereum, que começaram a ser cada vez mais frequentes.

Lançada em março de 2020, até maio de 2021 a Solana já tinha mais de 150 projetos em andamento. A criptomoeda própria de sua plataforma se chama SOL, e também tem sido cada vez mais utilizada no mundo inteiro, estando atualmente entre as maiores em capitalização de mercado.

Criação da Solana

Embora tenha sido lançada somente em 2020, a plataforma Solana começou a ser idealizada em 2017 por Anatoly Yakovenko. Junto de Greg Fitzgerald e Eric Williams, outros dois cofundadores do projeto, ele pretendia principalmente resolver os problemas de escalabilidade e processamento que a Ethereum já apresentava.

Assim como Cardano (ADA) e Polkadot (DOT), a Solana é considerada uma plataforma de terceira geração. No mundo dos criptoativos, a primeira geração refere-se ao Bitcoin, ou seja, à primeira camada, que é a arquitetura base do blockchain.

Já a segunda geração, representada pela Ethereum, refere-se à segunda camada que, por sua vez, foi criada com base na primeira blockchain (no caso, o Bitcoin). Nesse sentido, o objetivo foi resolver problemas originários da pioneira, que também eram escalabilidade, velocidade e custos mais altos.

Por fim, temos as criptomoedas de terceira geração, que continuam buscando aprimorar as plataformas originais, a fim de melhorar a experiência dos usuários.

Funcionamento da Solana

A rede Solana tem capacidade de processar 50 mil transações por segundo (TPS), o equivalente à quantidade de transações da VISA.

A rede tem o objetivo de ser descentralizada, com abrangência global e infraestrutura aberta. Isso significa que, a partir de sua plataforma, vários outros projetos podem ser desenvolvidos, pois são abertos a melhorias e inclusões de novas funcionalidades.

Em outras palavras, pelo fato de ser aberta, a plataforma Solana pode servir como berço para vários outros projetos. Para se ter uma ideia, alguns dos que já existem na plataforma incluem DeFi, meios de pagamento e outras blockchains, por exemplo.

Outro foco da Solana é funcionar com taxas bastante reduzidas. Nesse sentido, há um diferencial interessante em relação a algumas outras plataformas. A quantidade de transações que o usuário efetua não influi no custo das operações. Ou seja, se alguém fizer dez transações pagará os mesmos custos que um usuário que realizou mil transações.

Proof of History (PoH)

A prova de história (PoH) é uma nova tecnologia de validação dos dados do blockchain. Basicamente, esse sistema funciona como uma sequência de mensagens encadeadas pelo seu respectivo tempo de lançamento. Trata-se de uma tecnologia bastante complexa e, para entendê-la, é preciso recorrer a alguns exemplos práticos.

Imagine que hoje você tirou uma foto com o principal jornal de sua cidade. Quando você fez a foto, logicamente o jornal já havia sido publicado. Logo, ao tirar a foto, o que você fez foi, basicamente, validar o passado.

Dentro dessa lógica, para validar o presente, será preciso tirar outra foto amanhã com o jornal que será publicado amanhã. Uma vez feita a foto posterior, é criado um horário padrão de validação.

Para complementar essa validação, imagine agora que o jornal de sua cidade publique na capa as suas duas fotos, a de hoje e a de amanhã. Dessa forma, saberíamos que o conteúdo da foto já existia antes e depois de um determinado dia. Essas sucessivas fotos vão criando um encadeamento de mensagens, o que gera uma previsibilidade na rede. Ou seja, pela foto pode-se saber qual imagem havia ontem e qual esperar para amanhã. Se houver algo diferente dessas imagens, isso significa que não houve a prova de história na confirmação do protocolo. E é justamente essa previsibilidade que possibilita à plataforma Solana praticar taxas mais baixas e validar as transações com mais velocidade.

Parece abstrato, mas esse é o melhor exemplo para que se possa entender (ao menos por alto) o protocolo PoH: uma foto dentro de uma foto, sucessivamente.

Perspectivas para a Solana

Atualmente, a Solana já conta com uma comunidade considerável nas redes. Já são mais de 80 mil pessoas no Telegram, mais de 250 mil pessoas no Twiter, e muita gente ajudando no desenvolvimento de seus projetos.

Um dos motivos para essa forte adesão à plataforma em pouco tempo de vida é o Solana Grants. Trata-se de um núcleo dentro da Solana que tem o objetivo de auxiliar as contribuições oferecidas por quem deseja melhorar a plataforma.

Digamos que algum usuário tenha um projeto que vise melhorar a eficiência dos contratos inteligentes dentro da plataforma Solana. Com o projeto bem estruturado, ele pode procurar o Solana Grants e pedir apoio para o seu desenvolvimento.

Se o projeto for de interesse da plataforma, a equipe do Solana Grants pode ajudar o seu desenvolvimento de várias maneiras. Nesse caso, pode ser oferecido suporte técnico, recursos financeiros, design, publicidade, ou mesmo expor o projeto a investidores de venture capital.

Enfim, trata-se de um ecossistema dentro da Solana que se preocupa em fornecer toda a estrutura necessária para que a pessoa que deseja contribuir com a plataforma tenha o melhor suporte. Esse é outro diferencial que a Solana tem em relação à plataforma Ethereum, cuja inclusão de melhorias e novasw funcionalidades não é tão fácil assim.

Audius

Em 2020, o Audius, uma plataforma semelhante ao Spotify, porém descentralizada, começou a utilizar a Solana, migrando parte de seus serviços para a plataforma. A diferença do Audius para outros streamings de música é a possibilidade que confere ao artista de definir os próprios termos de negociação das músicas.

O que é uma criptomoeda?

Uma criptomoeda é um ativo digital descentralizado, ou seja, que não depende de bancos para que suas transações sejam confirmadas. Dessa forma, elas permitem que qualquer usuário envie e receba pagamentos a qualquer tempo e em qualquer lugar.

Como o próprio nome indica, esses ativos são produzidos e comercializados utilizando criptografia, o que garante o anonimato dos usuários e a segurança das transações.

As criptomoedas são criadas com base na tecnologia blockchain, na qual as transações são realizadas em blocos. Esse sistema é complexo e sofisticado, e consiste, basicamente, em blocos que permitem o envio e o registro de transações realizadas pela internet.

Tudo o que é feito via blockchain pode ser verificado posteriormente, daí a analogia que se faz desses registros a uma espécie de “livro-caixa”. Mas ao contrário dos bancos de dados tradicionais, os registros do blockchain não ficam em um único local. Justamente por causa da característica descentralizada das criptomoedas, a tecnologia blockchain distribui esses registros na rede mundial de computadores.

Outro aspecto que confere segurança a essas transações é o fato de os registros do blockchain não poderem ser modificados. Isso significa que, uma vez inseridos na rede, nem mesmo as partes envolvidas na transação conseguem alterá-los.

Como investir em criptomoedas?

É possível investir em criptomoedas negociando direto com outros investidores (negociação peer to peer). No entanto, esse tipo de transação não dá nenhuma segurança aos envolvidos, pois além de não ser possível identificar a origem dos recursos, não dá para ter certeza de que a negociação se concretizará, ainda mais quando o depósito precisa ser feito de forma antecipada.

Por isso, para investir em criptomoedas, o ideal é abrir conta em uma exchange. As exchanges são corretoras especializadas em criptoativos, que funcionam como uma plataforma digital de intermediação na compra e venda de criptomoedas e tokens. A exemplo das corretoras tradicionais, as exchanges oferecem aos usuários a estrutura ideal para que essas transações possam ser feitas de forma mais fácil e segura.

As exchanges trabalham de diferentes formas, logo nem todas oferecem os mesmos serviços. Nesse sentido, a sua atuação pode abranger a venda direta, o trade, o armazenamento ou os empréstimos em criptomoedas, por exemplo. Por isso, dependendo dos objetivos do investidor, uma ou outra exchange pode ser a mais adequada para operar.

Quanto custa investir?

O valor do investimento em criptomoeda não dependerá do preço da moeda em si, mas da fração que a exchange comercializar.

Por exemplo, na data de hoje (julho de 2021), um bitcoin vale, aproximadamente, R$ 180 mil. No entanto, para investir nessa criptomoeda, não é preciso adquirir uma unidade inteira. O valor mínimo de transações é determinado pela própria exchange que realizará a transação, e isso vale não só para o bitcoin, mas também para qualquer outro criptoativo.

Qual a tributação desse investimento?

As regras tributárias sobre criptoativos ainda são muito recentes no Brasil. Somente em 2021 é que foram criados códigos específicos para declarar criptomoedas e tokens no Imposto de Renda.

Se o investidor possui mais de R$ 5 mil em criptoativos, precisa informar isso na ficha de “Bens e Direitos” do IR. Além disso, se foram realizadas movimentações superiores a R$ 35 mil por mês, eventuais lucros dessas transações estão sujeitos ao imposto sobre ganho de capital, que deve ser pago no mês seguinte ao da venda. A alíquota é de 15% para ganho mensal de até R$ 5 milhões, e aumenta gradativamente conforme o lucro, até o limite de 22,5%.

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