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O que é Ripple (XRP)?

Embora Ripple e XRP sejam frequentemente utilizados para se referir à criptomoeda, o Ripple é um protocolo de pagamento que foi criado em 2011 pelo programador Jed McCaleb. Essa tecnologia deu origem à empresa Ripple Labs, um ano depois, quando então foi criada a criptomoeda do sistema: a XRP.

Atualmente, a XRP está entre as 10 criptomoedas com maior capitalização de mercado do mundo. O seu objetivo é facilitar as transações entre diferentes moedas fiduciárias, por meio da rede RippleNet, que possui parceiros em todo o mundo.

Surgimento do Ripple (XRP)

Antes de McCaleb ter desenvolvido a tecnologia da XRP, já existia o embrião do que viria a ser o protocolo Ripple. Isso porque, em 2004, Ryan Fugger criou a RipplePay, que pretendia ser uma rede peer to peer (ponto a ponto) de pagamentos.

Em 2012, as ideias de Fugger e McCaleb se juntaram, com a colaboração de Chris Larsen, um renomado investidor de fintechs. Isso deu início à Open Coins, que, um ano depois, passou a se chamar Ripple Labs.

Atualmente, a empresa é mais conhecida somente como Ripple, sendo a XRP a criptomoeda própria da plataforma.

Para que serve a XRP?

Embora seja possível comprar e armazenar XRP, o objetivo principal desse criptoativo não é a utilização por parte dos consumidores. Na verdade, esse token foi criado para dar liquidez às instituições financeiras, pois funciona como uma rede mundial de liquidação.

Nesse sentido, dezenas de empresas em todo o mundo adotaram o sistema Rippley para se beneficiarem de transações rápidas, seguras e mais baratas do que os bancos oferecem. Além disso, mesmo não tendo sido projetada para ser uma moeda (e sim um sistema de pagamento), muitas empresas aceitam pagamentos em XRP devido ao baixo custo.

Como funciona o criptoativo

Diferentemente do bitcoin e de outras criptomoedas conhecidas, o Ripple não está baseado na tecnologia blockchain, ou seja, não é uma plataforma descentralizada. Em vez disso, utiliza uma rede de servidores chamada XRP Ledger, que serve para validar os tokens com a criptografia XRP.

É por meio dessa rede de servidores que a criptomoeda se conecta com empresas e instituições financeiras ao redor do mundo. Pelo fato de ser emitida por uma empresa – a Ripple Labs - há vários servidores que confirmam e processam a XRP. Logo, não existe mineração em seu processo.

No entanto, da mesma forma que o bitcoin, há um limite para a emissão desse criptoativo. Nesse sentido, o protocolo Ripple estabeleceu que poderão rodar na rede, no máximo, 100 bilhões de unidades de XRP. A princípio, a ideia da Ripple Labs é dividir em partes iguais as moedas que circularão entre os usuários e as que serão reinvestidas no próprio projeto.

Enquanto o tempo de confirmação das transações com bitcoin se aproxima de 10 minutos, para o XRP bastam quatro segundos para a validação. Isso também é visto como um dos pontos positivos da criptomoeda.

Principais características do projeto Ripple

Como vimos, o principal propósito dessa tecnologia é promover a transferência de diferentes ativos, de maneira fácil e com baixo custo. Além das moedas fiduciárias, os seus tokens podem representar também outros ativos, como ouro, milhas e, até mesmo, outras criptomoedas.

Entre os bancos conhecidos que já utilizam o Ripple, estão o Santander, BBVA e CWV Bank. Quanto maior for a utilização da criptomoeda por grandes organizações, mais ela tende a se valorizar.

Outras características importantes da XRP são o seu baixo custo (tanto nas transações quanto na energia consumida na rede), alta velocidade nas transações e alta escalabilidade. Para esclarecer, a escalabilidade se refere ao potencial de manter a rede operando de forma rápida e eficiente, principalmente em fase de crescimento. Isso significa que, quanto mais pessoas utilizarem o sistema, mais capacidade será necessária para dar velocidade às transações.

Novidades anunciadas pelo Ripple

Em março de 2021, a Ripple testou uma blockchain privada para que os bancos centrais ao redor do mundo possam emitir as suas moedas digitais. De acordo com a empresa, a plataforma terá como base a rede de registro utilizada pela XRP.

Em nota no próprio blog, a empresa disse “acreditar que a solução pode superar os grandes desafios da criação e gestão de uma moeda digital soberana”. Nesse mesmo anúncio, a Ripple informou que 80% dos bancos centrais avaliam o lançamento de suas próprias moedas digitais. No entanto, ainda esbarram em dificuldades das redes que existem hoje, que não foram pensadas para lidar com o volume de transações de uma moeda digital oficial.

Além disso, há também a questão da privacidade das transações. Isso porque a maioria dos blockchains são públicos, ou seja, podem ser acessados por qualquer um a qualquer momento. Por outro lado, um banco central necessita de maior resguardo e controle em suas transações.

Outro problema que a blockchain privada da Ripple se propõe a resolver é a interoperabilidade da rede. Isso significa a capacidade que uma rede de registro tem de compartilhar informações com outra rede, e, ao mesmo tempo, estar ligada à infraestrutura financeira global.

Processo contra a Ripple nos Estados Unidos

Em dezembro de 2020, a SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) moveu uma ação contra a Ripple, alegando que a empresa teria levantado US$ 1,3 bilhão em ofertas de XRP sem autorização.

Um mês depois, a Ripple apresentou sua defesa, argumentando basicamente que o XRP não é um título ou um contrato de investimento. Nesse sentido, a empresa pediu ao tribunal que o token seja considerado uma moeda virtual, da mesma maneira que a SEC considera o bitcoin e o ethereum.

A batalha judicial ainda continua, sem data estimada para o término. Mas a Ripple já anunciou que, logo depois de solucionada essa questão legal, tem planos de fazer o seu IPO (oferta pública de ações).

O que é uma criptomoeda?

Uma criptomoeda é um ativo digital descentralizado, ou seja, que não depende de bancos para que suas transações sejam confirmadas. Dessa forma, elas permitem que qualquer usuário envie e receba pagamentos a qualquer tempo e em qualquer lugar.

Como o próprio nome indica, esses ativos são produzidos e comercializados utilizando criptografia, o que garante o anonimato dos usuários e a segurança das transações.

As criptomoedas são criadas com base na tecnologia blockchain, na qual as transações são realizadas em blocos. Esse sistema é complexo e sofisticado, e consiste, basicamente, em blocos que permitem o envio e o registro de transações realizadas pela internet.

Tudo o que é feito via blockchain pode ser verificado posteriormente, daí a analogia que se faz desses registros a uma espécie de “livro-caixa”. Mas ao contrário dos bancos de dados tradicionais, os registros do blockchain não ficam em um único local. Justamente por causa da característica descentralizada das criptomoedas, a tecnologia blockchain distribui esses registros na rede mundial de computadores.

Outro aspecto que confere segurança a essas transações é o fato de os registros do blockchain não poderem ser modificados. Isso significa que, uma vez inseridos na rede, nem mesmo as partes envolvidas na transação conseguem alterá-los.

Como investir em criptomoedas?

É possível investir em criptomoedas negociando direto com outros investidores (negociação peer to peer). No entanto, esse tipo de transação não dá nenhuma segurança aos envolvidos, pois além de não ser possível identificar a origem dos recursos, não dá para ter certeza de que a negociação se concretizará, ainda mais quando o depósito precisa ser feito de forma antecipada.

Por isso, para investir em criptomoedas, o ideal é abrir conta em uma exchange. As exchanges são corretoras especializadas em criptoativos, que funcionam como uma plataforma digital de intermediação na compra e venda de criptomoedas e tokens. A exemplo das corretoras tradicionais, as exchanges oferecem aos usuários a estrutura ideal para que essas transações possam ser feitas de forma mais fácil e segura.

As exchanges trabalham de diferentes formas, logo nem todas oferecem os mesmos serviços. Nesse sentido, a sua atuação pode abranger a venda direta, o trade, o armazenamento ou os empréstimos em criptomoedas, por exemplo. Por isso, dependendo dos objetivos do investidor, uma ou outra exchange pode ser a mais adequada para operar.

Quanto custa investir?

O valor do investimento em criptomoeda não dependerá do preço da moeda em si, mas da fração que a exchange comercializar.

Por exemplo, na data de hoje (julho de 2021), um bitcoin vale, aproximadamente, R$ 180 mil. No entanto, para investir nessa criptomoeda, não é preciso adquirir uma unidade inteira. O valor mínimo de transações é determinado pela própria exchange que realizará a transação, e isso vale não só para o bitcoin, mas também para qualquer outro criptoativo.

Qual a tributação desse investimento?

As regras tributárias sobre criptoativos ainda são muito recentes no Brasil. Somente em 2021 é que foram criados códigos específicos para declarar criptomoedas e tokens no Imposto de Renda.

Se o investidor possui mais de R$ 5 mil em criptoativos, precisa informar isso na ficha de “Bens e Direitos” do IR. Além disso, se foram realizadas movimentações superiores a R$ 35 mil por mês, eventuais lucros dessas transações estão sujeitos ao imposto sobre ganho de capital, que deve ser pago no mês seguinte ao da venda. A alíquota é de 15% para ganho mensal de até R$ 5 milhões, e aumenta gradativamente conforme o lucro, até o limite de 22,5%.

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