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O que é Chainlink (LINK)?

Considerada a “internet do blockchain”, a Chainlink (LINK) foi criada para facilitar a utilização dos contratos inteligentes, criados a partir da rede Ethereum. Nesse sentido, a plataforma permite que vários usuários utilizem a sua rede como estrutura para registro de suas transações em diversas outras blockchains.

Criada pelo atual CEO Sergey Nazarov e pelo atual CTO Steve Ellis, a Chainlink permite que informações sejam transferidas entre diferentes sistemas, de maneira descentralizada. Por isso, é considerada hoje um dos criptoativos mais úteis do mundo real.

Funcionamento da Chainlink

Para entendermos como funciona a Chainlink, é preciso conhecer o conceito de oráculos digitais.

As ferramentas de busca que utilizamos na internet, como Google e Yahoo, por exemplo, são chamadas de oráculos digitais. Porém, com o mundo cripto, esses oráculos também evoluíram e, atualmente, permitem unir as informações encontradas na internet a contratos inteligentes do blockchain.

Imagine, por exemplo, que seja preciso saber a cotação do Bitcoin para elaborar um contrato inteligente. Onde obter essa informação de forma confiável? É aí que entra a funcionalidade da Chainlink. Basicamente, a plataforma funciona como uma rede de oráculos, que permite a interoperabilidade entre as informações que estão na internet e os contratos inteligentes.

Atualmente, a Chailink é a rede de oráculos mais conhecida no mundo dos criptoativos. O seu token é o LINK, utilizado para remunerar os participantes da rede.

Surgimento e aspectos operacionais da Chainlink

Diferentemente de outros criptoativos, a Chainlink não possui uma plataforma própria no blockchain. Em vez disso, ela é uma rede descentralizada de oráculos. O token (LINK) foi desenvolvido no formato ERC-677 da plataforma Ethereum, e permite que seja transferida uma carga útil de dados.

Sergey Nazarov, um dos criadores da Chainlink, tinha uma atuação muito direta no mercado peer to peer (transações de pessoa para pessoa), desenvolvendo softwares para projetos financeiros de forma geral. Em 2016, ele fundou a empresa SmartContract, que tinha o objetivo de criar uma alternativa para conectar os contratos inteligentes aos provedores de dados da internet. Porém, esse serviço dependia de oráculos centralizados, o que só foi resolvido com a criação da Chainlink um ano depois.

Na ocasião da criação do novo criptoativo, foram levantados US$ 32 milhões no ICO (oferta inicial de criptomoedas). Nesse momento, 1 bilhão de tokens LINK foram criados, sendo que 350 milhões estavam disponíveis na oferta inicial.

No início de sua circulação, o token LINK valia US$ 0,19. Em agosto de 2021, já era cotado a US$ 24, e ocupava a 15° posição entre os criptoativos, com capitalização de mercado de US$ 10,7 bilhões.

Como os oráculos são garantidos?

Outra característica do LINK é que, ao contrário de alguns outros criptoativos, ele não pode ser minerado. Isso porque ele é utilizado como recompensa para os nós da rede dos oráculos.

Nesse sentido, quanto mais confiáveis e precisos os dados do oráculo, maior será a sua remuneração. Por outro lado, se algum oráculo apresentar falhas e não conseguir transmitir os seus dados de forma perfeita e com qualidade de informação para o blockchain, ele não receberá LINKs.

Em outras palavras, a mineração de LINKs se dá, basicamente, pela transmissão de dados para o blockchain. E é a própria rede Chainlink que busca consenso para encontrar fontes de dados confiáveis. Para que possa participar da rede e oferecer informações, os fornecedores precisam fazer um depósito de LINKs, como forma de garantir a confiabilidade dos dados. Se os dados forem considerados confiáveis, serão validados no final do processo e o fornecedor receberá a sua premiação e terá de volta os tokens que depositou como garantia.

Quem utiliza a Chainlink?

O LINK já possui vários usuários de renome, como SWIFT (empresa líder em sistemas de pagamentos internacionais), Web3 Foundation (que define os parâmetros utilizados na internet) e também o Google. Além disso, é adotada em diversos projetos do mundo cripto, como Waves, Synthetics (SNX), Yearne Finance (YFI) e Celsius (CEL).

Em agosto de 2021, a empresa anunciou algumas novidades no seu evento anual, o SmartCon. Nesse sentido, a plataforma está desenvolvendo novas funcionalidades que visam reduzir os riscos de fraudes, liquidar empréstimos, executar limites de ordens e, simplesmente, fazer a gestão de tempo.

Os keepers serão um tipo de camada de serviço agregados à rede que dirão como os contratos inteligentes deverão se comportar. Essa funcionalidade já está disponível na rede Ethereum, e em fase de implantação na Synthetics, Aave, Barnbridge, Bancor, PoolTogether e Alchemix.

Sergey Nazarov exemplificou uma parte desses novos projetos da seguinte forma: “Um contrato inteligente não consegue saber que horas são. Ele não tem uma concepção de tempo. Então, se você deseja que um contrato inteligente se estabeleça na terça-feira à meia noite, você precisa de um Keeper”.

Considerações finais

Além de conectar diferentes blockchains, a Chainlink tem como proposta resolver a falta de capacidade que os blockchains têm de se comunicar com o mundo exterior. No entanto, para conseguir isso, o projeto precisou sacrificar um aspecto muito importante no mundo dos criptoativos, que é a descentralização.

Para que possa servir como oráculo, a plataforma possui uma unidade centralizadora, responsável por toda a chegada e saída de informações. Esse pode ser considerado um ponto fraco do projeto pois, se houver alguma falha nesse ponto centralizador, toda a rede terá o seu funcionamento prejudicado.

Apesar desse ponto fraco, atualmente a Chainlink garante a segurança na informação de preços para aplicações descentralizadas que, de forma conjunta, valem mais de US$4 bilhões. Por todos esses motivos, o projeto é considerado um dos mais promissores do mundo cripto na atualidade.


O que é uma criptomoeda?

Uma criptomoeda é um ativo digital descentralizado, ou seja, que não depende de bancos para que suas transações sejam confirmadas. Dessa forma, elas permitem que qualquer usuário envie e receba pagamentos a qualquer tempo e em qualquer lugar.

Como o próprio nome indica, esses ativos são produzidos e comercializados utilizando criptografia, o que garante o anonimato dos usuários e a segurança das transações.

As criptomoedas são criadas com base na tecnologia blockchain, na qual as transações são realizadas em blocos. Esse sistema é complexo e sofisticado, e consiste, basicamente, em blocos que permitem o envio e o registro de transações realizadas pela internet.

Tudo o que é feito via blockchain pode ser verificado posteriormente, daí a analogia que se faz desses registros a uma espécie de “livro-caixa”. Mas ao contrário dos bancos de dados tradicionais, os registros do blockchain não ficam em um único local. Justamente por causa da característica descentralizada das criptomoedas, a tecnologia blockchain distribui esses registros na rede mundial de computadores.

Outro aspecto que confere segurança a essas transações é o fato de os registros do blockchain não poderem ser modificados. Isso significa que, uma vez inseridos na rede, nem mesmo as partes envolvidas na transação conseguem alterá-los.

Como investir em criptomoedas?

É possível investir em criptomoedas negociando direto com outros investidores (negociação peer to peer). No entanto, esse tipo de transação não dá nenhuma segurança aos envolvidos, pois além de não ser possível identificar a origem dos recursos, não dá para ter certeza de que a negociação se concretizará, ainda mais quando o depósito precisa ser feito de forma antecipada.

Por isso, para investir em criptomoedas, o ideal é abrir conta em uma exchange. As exchanges são corretoras especializadas em criptoativos, que funcionam como uma plataforma digital de intermediação na compra e venda de criptomoedas e tokens. A exemplo das corretoras tradicionais, as exchanges oferecem aos usuários a estrutura ideal para que essas transações possam ser feitas de forma mais fácil e segura.

As exchanges trabalham de diferentes formas, logo nem todas oferecem os mesmos serviços. Nesse sentido, a sua atuação pode abranger a venda direta, o trade, o armazenamento ou os empréstimos em criptomoedas, por exemplo. Por isso, dependendo dos objetivos do investidor, uma ou outra exchange pode ser a mais adequada para operar.

Quanto custa investir?

O valor do investimento em criptomoeda não dependerá do preço da moeda em si, mas da fração que a exchange comercializar.

Por exemplo, na data de hoje (julho de 2021), um bitcoin vale, aproximadamente, R$ 180 mil. No entanto, para investir nessa criptomoeda, não é preciso adquirir uma unidade inteira. O valor mínimo de transações é determinado pela própria exchange que realizará a transação, e isso vale não só para o bitcoin, mas também para qualquer outro criptoativo.

Qual a tributação desse investimento?

As regras tributárias sobre criptoativos ainda são muito recentes no Brasil. Somente em 2021 é que foram criados códigos específicos para declarar criptomoedas e tokens no Imposto de Renda.

Se o investidor possui mais de R$ 5 mil em criptoativos, precisa informar isso na ficha de “Bens e Direitos” do IR. Além disso, se foram realizadas movimentações superiores a R$ 35 mil por mês, eventuais lucros dessas transações estão sujeitos ao imposto sobre ganho de capital, que deve ser pago no mês seguinte ao da venda. A alíquota é de 15% para ganho mensal de até R$ 5 milhões, e aumenta gradativamente conforme o lucro, até o limite de 22,5%.

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